PESO CONTROLADO FAVORECE A SAÚDE

OBESIDADE INFANTO JUVENIL

2 de maio de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: PASSAROS MIGRATÓRIOS POSSUEM GORDURA MARROM,ATRAVESSAM CONTINENTES E SÃO MAGROS;


NO SER HUMANO OS RECEPTORES BETA DO HORMÔNIO TIREOIDIANO (TRBETA), AGONISTA (FACILITADORES) SELETIVO, ATIVAM A TERMOGÊNESE (QUEIMA) DO TECIDO ADIPOSO MARROM, FUTURO NO CASO DE PESSOAS COM SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL OU CENTRAL.


Os receptores beta do hormônio tireoidianos  (trbeta), agonista (facilitadores) seletivo, ativam a termogênese (queima) do tecido adiposo marrom, encontrados em recém nascidos , 1ª fase da infância em maior quantidade, e em menor quantidade em adultos, altamente calórico e altamente compactado, o que ocupa um volume menor é uma das possibilidades de emagrecer no futuro; e a tireoide é uma das glândulas mais estudada e conhecidas no mundo científico, entretanto o que se observa com o aumento dos estudos a seu respeito, é sua aplicação em diversas outras áreas  com resultados importantes o que explicam diversos fenômenos de ação pouco reconhecidos,como o GC-24, diferentemente do hormônio, ao se vincular apenas ao receptor Beta, torna possível diferenciar os efeitos benéficos dos maléficos e assim isolar uns dos outros. Isso permite, no futuro, a criação de medicamentos que só terão os efeitos positivos e não os negativos, como diminuir a gordura sem diminuir musculatura. Estudos também constataram que o fármaco, quando mediado apenas pelo receptor Beta, possui efeitos importantes para pessoas com excesso de peso pois age na elevação da taxa metabólica. O aumento da taxa significa mais gasto de energia e se eu gasto mais, eu queimo mais gordura e, então, perco peso. Além disso, foi observado que, por meio do GC-24 não houve efeitos indesejáveis sobre o coração, osso ou músculo esquelético. Os receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA), agonista (facilitadores)  seletivo, ativam a termogênese (queima) do tecido adiposo marrom (TAM), enquanto afetam minimamente a atividade cardíaca ou a massa magra . Foi testada a hipótese de que a administração diária de receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista (facilitadores) seletivo GC-24, previne as alterações metabólicas quando associadas com uma dieta hipercalórica. 
células de tecido gorduroso marrom e receptores
Os pesquisados foram colocados em uma dieta de alto teor de gordura e depois de 1 mês apresentaram aumento de peso corporal e aumento da adiposidade, hiperglicemia de jejum e intolerância à glicose, aumento no plasma dos níveis de triglicérides, colesterol, ácidos graxos não- esterificados e interleucina – 6. Administrando os receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista (facilitador) seletivo GC-24 não afetou a ingestão de alimentos, não houve ganho de peso corporal, houve aumento do gasto energético, eliminando o aumento da adiposidade sem causar hipertrofia cardíaca. A hiperglicemia de jejum manteve-se inalterada, mas o tratamento com a administração de receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista (facilitadores) seletivo GC-24 melhorou a tolerância à glicose aumentando à sensibilidade à insulina e os níveis plasmáticos (na circulação do sangue) de triglicérides se normalizaram. Os níveis plasmáticos  (na circulação do sangue) de colesterol se normalizaram parcialmente e o conteúdo de colesterol no fígado dos pesquisados se manteve elevado mesmo nos tratados com a administração de receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista  seletivo GC-24. A expressão do gene no fígado, no músculo esquelético e no tecido adiposo branco, só foi minimamente afetada pelo tratamento com a administração de receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista(facilitador)  seletivo GC-24, tendo como principal objetivo, a verificação da ação sobre o tecido adiposo marrom (TAM). Em conclusão, durante o tratamento a alimentação rica em gordura, com a administração de receptores beta do hormônio tireoidianos (TRBETA) agonista (facilitador)   seletivo o GC-24 melhora apenas parcialmente o controle metabólico, provavelmente com a aceleração do metabolismo de repouso.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. foi observado que, por meio do GC-24 não houve efeitos indesejáveis sobre o coração, osso ou músculo esquelético ?
http://queroemagrecer.blogspot.com

2. A gordura marrom é encontrados em recem nacidos , 1ª fase da infancia em maior quantidade, e em menor quantidade em adultos, altamente calórico e altamente compactado, o que ocupa um volume menor é uma das possibilidades de emagrecer no futuro?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. receptores beta do hormônio tireoidiano (trbeta), agonista (facilitadores) seletivo, ativam a termogênese (queima) do tecido adiposo marrom ?
http://obesidadeinfantojuvenil.blogspot.com

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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
García Silva-S; Martínez-Iglesias O; Ruiz-L Llorente; Aranda A. Departamento Fisiopatologia do Sistema Endócrino e Nervoso,Investigaciones Universidad Autónoma de Madrid, Espanha. LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE E DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM. NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE. 









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29 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A OBESIDADE


(SOBREPESO, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) INFANTIL PODE ESTAR RELACIONADA À MENOR SENSAÇÃO DE SEGURANÇA QUE A CRIANÇA SENTE NO RELACIONAMENTO COM SEUS PAIS.


Segundo observações recentes, crianças que apresentam um relacionamento inseguro com seus pais têm maior probabilidade de apresentar risco para obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) infantil, e espera-se que esta observação, nos ajude a refletir mais sobre as causas da obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) infantil e desta forma poder tratá-las de uma forma mais objetiva. A hipótese é que a sensação de segurança que a criança apresenta no relacionamento com os pais pode reduzir o risco de obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) na infância, evitando respostas ao estresse frequentes ou exageradas de forma a perturbar o mínimo possível o funcionamento e desenvolvimento normal dos sistemas que afetam o equilíbrio energético e o peso corporal. 
As respostas das crianças ao estresse e ao controle emocional são formadas na infância no contexto das interações entre pais e filhos, e um indicador de que a criança desenvolveu um controle emocional saudável e resposta controlada ao estresse é a sensação de segurança que ela sente. Foram observadas crianças com 2 anos de idade para se avaliar sua sensação de segurança com os seus pais e seu risco para desenvolver obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) aos 4 anos e meio de idade. Durante a observação do comportamento das crianças com 2 anos em suas casas, observou-se a sensação de segurança que cada uma delas apresentava no relacionamento com seus pais, por observadores treinados. As crianças que apresentaram um índice mais baixo de segurança no relacionamento com seus pais, cerca de 23.1% delas apresentou obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) com 4 anos e meio, confirmado pelo índice de massa corporal que estava acima do normal para a idade. Em contrapartida, observou-se obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) em cerca de 16.6% das crianças que apresentaram alta sensação de segurança no relacionamento com os seus pais. Depois de se avaliar a qualidade da interação mãe-criança durante a observação, as práticas educativas relacionadas à obesidade, o índice de massa corporal -IMC materno e fatores sociodemográficos, verificou-se que a sensação de insegurança no relacionamento com os pais na primeira infância, pode ser um fator de risco para a obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) infantil. As intervenções para aumentar a sensação de segurança das crianças no relacionamento com seus pais, foi relacionada aos efeitos sobre o peso das crianças. Uma atitude que provavelmente ajudaria na prevenção da obesidade infantil é ajudar as crianças a desenvolver formas saudáveis ​​de controlar as suas emoções e seu comportamento quando se deparam com o estresse psicológico.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. Segundo observações recentes, crianças que apresentam um relacionamento inseguro com seus pais têm maior probabilidade de apresentar risco para obesidade? 
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2. As respostas das crianças ao estresse e ao controle emocional são formadas na infância no contexto das interações entre pais e filhos? http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. As intervenções para aumentar a sensação de segurança das crianças no relacionamento com seus pais, foi relacionada aos efeitos sobre o peso das crianças?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Sarah E. Anderson, PhD, professor assistente de epidemiologia na Universidade Estadual de Ohio, em Columbus , Revista Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, Arch Pediatr Adolesc Med . 2011;. 165:235-242.








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19 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A COMPLEXIDADE DO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE VISCERAL, INTRA - ABDOMINAL, CENTRAL,


AO SER AVALIADA POR EQUIPAMENTOS DE RESSONÂNCIA NUCLEAR  MAGNÉTICA (MRI), OBSERVOU-SE  DEPENDÊNCIA ALIMENTAR, POR SUBSTÂNCIAS QUE OS PARTICIPANTES DE ESTUDOS SENTIAM COMO PRAZER COMPENSATÓRIO LEVANDO A DEPENDÊNCIA COMUM DE AÇÕES ORGÂNICAS DETECTÁVEIS  ATRAVÉS DO EXAME. ESTE É O PRIMEIRO ESTUDO RADIOLÓGICO PARA AVALIAR DA PRIMEIRA CORRELATOS NEURAIS DA DEPENDÊNCIA ALIMENTAR, COMO NO ÁLCOOL, E OUTRAS (DROGAS) SUBSTÂNCIAS TÓXICAS.


A atividade do sistema nervoso central, através de suas redes de neurônios (rede neural), possuem as características semelhantes na ativação -como o comportamento alimentar e os padrões de dependência de substância  semelhantes de ativação neural, de acordo com uma nova ressonância magnética funcional (fMRI) efetuada através de estudos, levantando a possibilidade de que a atual ênfase na responsabilidade pessoal, como o antídoto potencial para a epidemia de obesidade pode ser equivocada. Depois de avaliar 48 mulheres saudáveis, os investigadores encontraram indícios de que alimentos de um produto desejável levou ao aumento da atividade nas regiões de recompensa do cérebro, incluindo o córtex pré-frontal dorsolateral e do núcleo caudado (que são estruturas cerebrais de grande importância nesta área), ao passo que a resposta à ingestão de alimentos resultou em redução de ativação das regiões inibitória (que deveria se comportar como moderadoras ou até mesmo bloqueadoras destes estímulos alimentares). Essas pesquisas encontraram, resultados mostrando a ativação relacionados à quantidades elevada em regiões do cérebro que estão implicados no desejo e motivação reforçada de uma maneira muito similar ao que você normalmente esperaria ver com a dependência da nicotina ou alcoolismo. As pesquisas notam que, embora estudos anteriores têm demonstrado associação entre obesidade e dependência de substâncias, este estudo é o primeiro a avaliar as correlatos neurais dos comportamentos de vício em comida.

Os resultados apoiam a teoria de que o consumo alimentar compulsivo pode ser em parte devido à antecipação das propriedades de maior recompensa do alimento. Além disso, se o consumo de alimentos palatáveis ​​é acompanhada de desinibição dos centros reguladores da fome compulsiva, a atual ênfase na responsabilidade PESSOAL, como o antídoto para o aumento das taxas  do sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra -  abdominal, central,  pode ter eficácia mínima. Esta é uma espécie de golpe duplo que está acontecendo. Além de um desejo quase obsessivo, que é deflagrada por estímulos alimentares no sistema nervoso central, como através da publicidade ou a pé por uma padaria, na região biológica que abriga a possibilidade de ter a força de vontade para não participar desta situação compulsiva, simplesmente não atua com eficiência nesses momentos difíceis. Isto apenas vem reforçar a necessidade de ajuda profissional, além de temos que fazer uma reflexão no sentido de compreendermos que não é só dietas, exercícios físicos ou estilo de vida, que serão eficazes  para corrigirmos o sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra - abdominal, central .


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Como Saber Mais:
1. O consumo alimentar compulsivo pode ser em parte devido à antecipação das propriedades de maior recompensa do alimento?
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2. A possibilidade de que a atual ênfase na responsabilidade pessoal, como o antídoto potencial para a obesidade epidemica pode ser equivocada?
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3. Temos que fazer uma reflexão no sentido de compreedermos que não é só dietas, exercicios físicos ou estilo de vida, que seram eficazes para corrigirmos o sobrepeso, obesidade?
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Referências Bibliográficas:
Deborah Brauser, Max Wiznitzer, MD, professor associado de pediatria e neurologia na Universidade Case Western Reserve, em Cleveland, Ohio, e neurologistas do Rainbow Babies e UH's Children Hospital, disse à Medscape Medical News. 










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19 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE ACONSELHAMENTO PARA A MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA POR MÉDICOS,


VISANDO DIMINUIR O PESO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL E EVITAR GANHAR AINDA MAIS PESO.


O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida para pacientes com sobrepeso ou obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) evitarem maior ganho de peso, induz a comportamentos preventivos, de acordo com os resultados, de 3 anos de um acompanhamento clínico controlado e aleatório relatado em fevereiro no Archives of Internal Medicine .“A recuperação do peso após a perda inicial de peso é comum, o que indica a necessidade de aconselhamentos para prevenir o ganho de peso em vez da perda de peso”, segundo observações de Nancy ter CW bogt, MSC, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas. 
Esta observação foi realizada, para determinar se o aconselhamento do estilo de vida conduzido por médicos para pacientes com sobrepeso e obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) pode evitar ainda mais o ganho de peso." Esta observação foi efetuada num total de 457 pacientes com índice de massa corporal (IMC) de 25 a 40 kg/m², e hipertensão ou dislipidemia ou ambos, observados em clínicas distintas, divididos em 2 grupos. A idade média foi 56 anos e 52% dos indivíduos observados eram mulheres. Os participantes foram aleatoriamente designados para 2 grupos distintos, recebendo orientação de estilo de vida, com orientação de médicos e enfermeiras especializadas, usando um protocolo padronizado. Os resultados iniciais obtidos, foram as mudanças depois de 3 anos no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue. Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos. No entanto, os níveis lipídicos e da pressão arterial não diferiram entre os 2 grupos. "Na maioria em ambos os grupos, o aconselhamento de estilo de vida conseguiu evitar ainda mais o ganho de peso." Alguns pacientes apresentaram um menor número de visitas às enfermeiras especializadas após o primeiro ano de acompanhamento, que pode ser insuficiente para sustentar a perda de peso. 
Observa-se que usando o grupo de enfermeiras especializadas treinadas para prestar aconselhamento de estilo de vida limitado dentro de uma prática médica geral, não resultou em perda de peso clinicamente significativo, a longo prazoNo entanto, eles apontam que os grandes estudos clínicos multicêntricos sugerem que intervenções intensivas podem atingir perda de peso associada com melhores resultados de saúde. Para se fazer uma terapia eficaz para a obesidade será necessário o apoio e intervenções integradas em vários ambientes onde as pessoas ficam a maior parte do seu tempo. As intervenções para a perda de peso, visando primariamente a melhoria da saúde serão mais eficazes se os cuidados forem coordenados, reembolsados, mais sustentável e se for apoiado por ações complementares de múltiplas entidades, tais como o local de trabalho ou a comunidade onde vive. Estes sistemas requerem novos modelos de custo-benefício para determinar a abordagens mais eficientes e eficazes para populações específicas de pacientes.

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Como Saber Mais:
1.O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida que o paciente deve ter pode melhorar a qualidade de vida do paciente ? 

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2.Com o aconselhamento médico sobre o estilo de vida o paciente pode apresentar melhoras no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue?
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3.Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos?
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Referências Bibliográficas:
Arch Intern Med. . 2011, 171:306-313, 313-315. Nancy ter CW bogt, MSc, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas Debra Haire-Joshu, PhD - Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri – USA Samuel Klein, MD - Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri - USA.









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6 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: O ESTUDO INTERNACIONAL DE PREVISÃO DA ADIPOSIDADE GORDURA INTRA-ABDOMINAL (OBESIDADE) E SUAS RELAÇÕES COM RISCO CARDIOMETABÓLICO/GORDURA INTRA-ABDOMINAL (OBESIDADE) É O PRIMEIRO GRANDE ESTUDO INTERNACIONAL A UTILIZAR DADOS NORMATIZADOS CARDIOMETABÓLICOS E TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC) PARA AVALIAR O RISCO EM PESSOAS COM ALTERAÇÃO DA HOMEOSTASE (METABOLISMO) DA GLICOSE CIRCULATÓRIA, INVESTIGADORES ENCONTRARAM ASIÁTICOS COM UM IMC DE 23 KG/M² QUE APRESENTAVAM A MESMA QUANTIDADE DE GORDURA VISCERAL QUE OS BRANCOS COM UM IMC DE 27-28 KG/M².

Este achado, cria uma nova situação para se fazer o diagnóstico da obesidade intra-abdominal, visceral ou central, para não deixarmos tornar ainda mais devastador e complexo, o desenvolvimento desta doença, assim como os protocolos de diagnósticos muito mais difíceis para médicos clínicos para efetuarem de forma mais correta sua observações, que conforme alguns pesquisadores prospectivos, já era questionável. Isto explica, em parte, porque a obesidade visceral, intra-abdominal ou central assim como a gordura no fígado (esteatose hepática), ocorria de forma significativa também em pacientes magros, ou seja, sem a gordura distribuída por todo o organismo como gordura de revestimento.
As pessoas descendentes de asiáticos podem não ter um ganho de peso, mas depositam com mais facilidade gordura visceral, devido a hábitos e características genéticas e mais, gordura no fígado (esteatóse hepática), e como conseqüência, eles poderão ter risco aumentado de desenvolver diabetes méllitus tipo 2, do que os caucasianos com o mesmo IMC. Esta não é a primeira vez que se observam diferenças étnicas em relação à deposição de gordura visceral, intra-abdominal ou central, nem mesmo considerando-se a gordura intra-hepática (esteatóse hepática), mas é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas. A observação é especialmente notável, porque o sedentarismo é cada vez mais comum entre os asiáticos e seus descendentes com a modernização, que vem transformando o mundo, dado que se observa em termos de fatores de risco étnico, visto que os efeitos cardiovasculares da modernização, tem sido sentido pela população mundial de forma devastadora. Peter Libby, MD, chefe de medicina cardiovascular na Harvard Medical School – Boston - Massachusetts, disse que a elucidação das diferenças étnicas é de vital importância.
"Esta é uma observação importante", disse ele. "Os asiáticos podem armazenar metabolicamente perigosos [níveis] fora de proporção, de gordura intra-abdominal, visceral, central, esteatóse hepática com relação ao IMC. Acho que os médicos podem estar subestimando o risco cardiometabólico, quando estiver usando o IMC, “dentro dos parâmetros conhecidos como normais” apenas em pessoas de ascendência asiática, esquecendo que pode estar acontecendo o mesmo com os caucasianos, devido à diversificação, mescigenização e hábitos raciais". Isto é, um alerta importante e mais preciso, que como médicos e como povo nós precisamos levar muito a sério, observações sérias como estas, pois se desejamos ter uma melhor qualidade de vida, uma maior sobrevida com qualidade de sobrevivência sem sofrimentos, é importante tomarmos atitudes preventivas já.

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Como Saber Mais:
1.A observação de que o IMC varia com a etnia, mescigenização e hábitos raciais é importante?
http://sobrepesopeso.blogspot.com

2.O risco de risco cardiometabólico para o IMC “dito dentro dos padrões da normalidade” é maior em descendentes de asiáticos? 

http://obesidadecontrolada3.blogspot.com

3. Esta é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas? 

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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Peter Libby, MD - Chefe de Medicina Cardiovascular na Harvard Medical School – Boston – Massachusetts - USA
Jean-Pierre Després, PhD, FAHA, da Universidade Laval – Quebec - Canadá.








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17 de janeiro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CONTINUAR EMAGRECENDO, FICANDO LONGE DOS RISCOS QUE CORREMOS COM A OBESIDADE CONTROLADA, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL,CENTRAL, SOBREPESO. MAUS HÁBITOS QUE ADQUIRIMOS COM A VIDA MODERNA QUE GERALMENTE É SEGUIDA DE MUITA CORRERIA, STRESS E AGITAÇÃO, NOS LEVAM INCLUSIVE A UMA DIETA E NUTRIÇÃO INADEQUADA FAZENDO COM QUE AUMENTAMOS A NOSSA IDADE APARENTE; QUEM SE CUIDA PARECE MAIS JOVEM.


Com a correria do dia-a-dia mal temos tempo de nos alimentarmos da maneira correta e de realizarmos uma atividade física. Além de algumas pessoas cultivarem péssimos hábitos; assim como ingestão de bebida alcoólica e tabagismo (fumo/cigarro); isso faz com que temos uma qualidade de vida ruim.Quando combinamos quatro maus hábitos comuns – fumar, exagerar no álcool, se alimentar mal e não fazer exercícios – pode prejudicar e muito nossa aparência. Além de acarretar em malefícios a saúde com uma vida pouco saudável. 

Os comportamentos de risco são:
· Fumar (tabagismo);· Beber mais de dois drinks por dia (para mulheres) e de três drinks por dia (para homens);
· Ter menos de duas horas por semana de atividade física;

· Comer frutas e verduras menos do que três vezes ao dia, evitar comer apenas uma vez ou duas vezes ao dia, pois isto não evitara que você apresente uma maior quantidade de sucos digestivos conforme ritmo normal que nosso organismo humano esta programado, fatalmente levará do mesmo jeito de quem come incorretamente a descompensarão de ENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO – OBESIDADE CONTROLADA, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL, CENTRAL, SOBREPESO .
Os quatros comportamentos combinados aumentam os riscos de morte.
Não é necessário ser extremo para estar na categoria saudável, no que diz respeito à dieta e nutrição uma fruta como, por exemplo, uma maçã, um iogurte ou um copo de suco de laranja, já são o suficiente para não ficar tanto tempo em jejum e cumprir os padrões recomendados. 

Ter um estilo de vida saudável, onde inclua atividade física, alimentação (dieta e nutrição adequada) e de preferência não ter vícios assim como ingestão de bebida alcoólica, tabagismo (fumo), e uma boa qualidade de sono respeitando o tempo de sono de cada organismo, certamente aumenta as chances de uma longevidade com uma aparência mais saudável sem se preocupar com os inconvenientes entre outros das doenças da ENDOCRINOLOGIA, tais como SÍNDROME METABÓLICA composta por OBESIDADE mesmo que CONTROLADA, OBESIDADE VISCERAL, INTRA ABDOMINAL, CENTRAL, SOBREPESO, dieta e nutrição inadequada, tabagismo, sedentarismo colesterol total, mau colesterol (LDL), diminuição do bom colesterol (HDL) triglicérides e hipertensão arterial sistêmica,e doenças cardiovasculares etc., .

AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930


Como Saber Mais:
1.Quais outros fatores de risco pode levar a doenças cardiovasculares?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com/

2.A alteração de peso na fase precoce da criança altera o metabolismo orgânico do ser humano na vida adulta, mesmo adulto jovem?
http://metabolismocontrolado.blogspot.com

3.A obesidade infantil interfere no crescimento infanto juvenil?
http://crescimentojuvenil.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
International Journal of Obesity (2009) 33, 1356-1362; doi: 10.1038/ijo.2009.189; publicado em 15 de setembro de 2009
G O'Donovan, E L Thomas, P J McCarthy, J Fitzpatrick, G Durighel, S Menezes, S X Morin, A P Goldstone D e J Bell.








Contato:
Fones: 55 (11) 5572-4848 /(11)2371-3337 /(11)9.8197-4706 TIM
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002.              


Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

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12 de novembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA : IMPACTO DO SOBREPESO (OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, OBESIDADE VISCERAL, DIFICULDADE DE PERDER PESO) NA QUALIDADE DE VIDA NA INFÂNCIA AINDA É LIMITADO, EMBORA TENHAMOS CONSCIÊNCIA DA DISCRIMINAÇÃO QUE A CRIANÇA É SUBMETIDA POR SEUS COLEGUINHAS.

Ainda é limitado o conhecimento do impacto do sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) na qualidade de vida na infância. Uma razão para isto é, que a pesquisa da qualidade de vida na infância tem sido negligenciada. Além disso, as taxas de prevalência marcante do sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), são parte de uma tendência que não recebeu muita atenção até a década passada. No entanto a qualidade de vida é de particular interesse em jovens com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), tanto que em idades mais jovens, os prejuízos psicossociais são mais freqüentes do que doenças que acompanham o sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso). Portanto uma avaliação criteriosa do prejuízo global associada com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), é especialmente importante nesta faixa etária, mas temos plena consciência que crianças são implacáveis, ao conviver com seus coleguinhas, e não perdoaram, nenhum detalhe que saia da média do grupo.


Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia - Neuroendocrinologia
CRM: 20611

Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia - Medicina Interna
CRM:28930





Como Saber Mais:
1. Quais deficiências específicas estão associadas com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) neste grupo de tratamento ?

2. Como é que o tratamento das crianças influencia na qualidade de vida das mesma?

3. Crianças PIG - pequena para idade gestacional, terão problemas no futuro?


Referências Bibliográficas:
De BMC Public Health
Nora Wille; Michael Erhart; Christiane Petersen; Ulrike Ravens-Sieberer.






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